Estamos sempre, a cada dia, por mais “vividos” que nos consideremos, aprendendo a amar.
Isso leva tempo, lágrimas e uma quantidade considerável de noites insones até que a gente descobre que o amor é leve e descomplicado, mas isso não é algo tão simples de se constatar e muitas vezes nos custam pessoas. Pessoas que poderiam ter feito a diferença, seja um amigo, um companheiro, um amor…
A gente aprende e descomplica. Chora, sofre, mas descomplica.
Quantas despedidas desnecessárias poderiam ter sido evitadas se o amor fosse encarado com mais leveza e sabedoria. Estamos aprendendo a amar, aprendendo a descomplicar, aprendendo a aceitar que o amor só vale a pena se for recíproco, espontâneo, gratuito. Não se ama por necessidade, não se ama por carência, não se ama quando se está sozinha em busca de alguém.
O amor acontece e surpreende. Modifica tudo que vê, sensibiliza, toca e traz aquele gostinho de vida como se as horas fossem constantes finzinhos de tarde.
O amor é descomplicado. É assim que o vejo, é assim q ele me vê.




